Dia do refugiado: a coragem daqueles que precisam deixar tudo para trás

Dia do refugiado: a coragem daqueles que precisam deixar tudo para trás

jun 20 | Larissa Vilarinho

Ser forçado a deixar sua casa por causa de guerras, conflitos armados e perseguições. Você já se imaginou passando por isso?

Segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), o deslocamento global atingiu 79,5 milhões de mulheres, homens e crianças em 2019. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (18).

Essas pessoas deixam tudo para trás, levando apenas os sonhos e as esperanças de dias melhores. De acordo com o chefe da Acnur, por mais que a questão do deslocamento afete todas as nações, os dados mostram que os países mais pobres hospedam 85% dos refugiados.

“Esse número de quase 80 milhões – desde que essas estatísticas começaram sistematicamente a ser coletadas – é obviamente um motivo de grande preocupação”, disse Filippo Grandi, alto-comissário do Acnur.

Neste sábado (20), é comemorado o Dia do Refugiado. A data foi criada em 2001 para lembrar a todos da existência de milhões de pessoas ao redor do mundo que tiveram que deixar suas casas e países.

Segundo dados do Comitê Nacional para Refugiados (Conare), em 2018, o Brasil reconheceu 1.086 refugiados de diversas nacionalidades. Assim, o país atingiu a marca de 11.231 pessoas reconhecidas como refugiadas no Brasil. Desse número, 36% são sírios, 15% congoleses e 9% angolanos.

No dia 31 de janeiro de 2020, o Brasil reconheceu 17 mil refugiados venezuelanos.

Com isso, o país passou a ter 37 mil venezuelanos e venezuelanas reconhecidos. O Brasil é o maior país da América Latina em números de refugiados venezuelanos (as) reconhecidos.

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