Do didático ao paradidático: a necessidade dos livros na formação dos alunos

Educar, entreter, atiçar a curiosidade, a imaginação e principalmente: ensinar. Esses são alguns dos objetivos de qualquer livro. Principalmente quando o aluno está em uma escola em processo de aprendizado, preparando-se para o futuro, os livros são essenciais para sua formação.

Enquanto os livros didáticos são usados pelas escolas durante todo o período de ensino, do infantil ao médio, para trabalharem vários conteúdos de uma disciplina e guiar o professor no planejamento anual do que será estudado, determinando as atividades que serão realizadas em sala de aula, os livros paradidáticos, embora se pareçam, são diferentes.

O livro paradidático diz respeito aos seus objetivos e suas funções no processo de ensino-aprendizagem, elementos essenciais para cumprir o objetivo de ensinar os temas de forma lúdica. A função do livro paradidático é aprofundar os conteúdos das disciplinas que muitas vezes os didáticos não conseguem.

Com isto, podemos notar a principal diferença entre os dois tipos de livros: os seus objetivos e funções durante o ensino. O livro didático tem como objetivo trabalhar com vários conteúdos de uma disciplina, já o paradidático é responsável pelo aprofundamento.

Como foi abordado em um artigo publicado no site E-docente, apesar de suas diferenças nos objetivos e funções, é claro que os dois recursos podem e devem ser usados de forma integrada durante as aulas e as práticas pedagógicas propostas pelo currículo da escola.

“Eles se complementam e ajudam o aluno a compreender melhor o que está sendo ensinado”, diz a reportagem.

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