O que as crianças esperam de 2018

O que as crianças esperam de 2018

dez 26 | Tais Faccioli

A cada ano que se inicia, renovamos nossas expectativas de viver tempos melhores, de cumprir promessas e deixar para trás as lembranças ruins. Com as crianças, não é diferente. Elas também fazem planos e traçam metas nas suas vidas quando um novo ano se aproxima.

Bianca vai investir na amizade em 2018

A estudante Bianca Lourenço, de 11 anos, espera conquistar novas amizades e manter as atuais. Mas os projetos para 2018 não param por aí: “vou me concentrar nos estudos, prestar atenção nas aulas, realizar coisas com capricho, melhorar a cada dia, conhecer lugares novos em Portugal e descobrir onde meus avôs nasceram”.

Especialistas garantem que esse planejamento é extremamente positivo e deve ser estimulado. Traçar pequenos objetivos ajuda no crescimento como pessoa. Nina Lopes, de 10 anos, também fez uma lista generosa de metas a cumprir. Assim como Bianca, quer conhecer novos amigos. Na viagem que vai fazer à Disney, nos Estados Unidos, em janeiro, planeja colocar em prática o inglês que aprendeu durante o ano de 2017 e conhecer as comidas típicas da terra do Tio Sam. É uma bagagem cultural que vai levar para a vida. Apesar de já ser uma boa aluna, a jovem quer se dedicar ainda mais aos estudos e conseguir notas melhores em 2018. E na lista, um desejo urgente: “quero viver em um país melhor, com menos violência”.

Nina vai praticar inglês nos EUA

É importante também incentivar as crianças a cumprirem os propósitos durante o ano. Elas vão reforçar a autoestima quando se virem superando suas dificuldades. Além disso, aprendem a organizar o próprio tempo. “Minhas expectativas para 2018 são: conhecer amigos novos, manter minhas notas boas, ser dedicada nos estudos e ir melhorando sempre. Quero ajudar os outros quando eles precisarem”, garante Amanda Oliveira.

Luiza incluiu a meta de ajudar as pessoas que precisam

Luiza Vilariño quer se tornar uma pessoa melhor, aprendendo com os próprios erros. Entre os planos, destacou o desejo de ajudar as pessoas que precisam e contribuir para ter um mundo melhor, diminuindo os gastos e economizando os recursos naturais. A amiga de Luiza, Nicole Moraes, sonha em ir além das fronteiras. “Quero conhecer outros povos, descobrir outras linguagens e outras culturas”, afirma a menina, que também promete aumentar a concentração nos estudos no próximo ano.

Para que a criança não se perca nos seus objetivos, a sugestão é fazer uma espécie de jogo. A regra é colocar a lista em um papel, pendurá-lo em um lugar visível e marcar com caneta colorida as metas alcançadas. No fim do ano, o legal é fazer um balanço do que foi cumprido e o que ficou para trás. Com planejamento, seu filho certamente terá um ano mais produtivo e enriquecedor.

 

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